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- 25-06-2026 Disponível o n.º 30 (2011-2025) do Boletim Estatístico do Emprego Público (BOEP)
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O BOEP é uma publicação semestral através da qual a DGAEP divulga dados e indicadores estatísticos sobre emprego público, no âmbito das estatísticas do mercado de trabalho, recolhidos pelo Sistema de Informação de Organização do Estado (SIOE).
Esta edição coloca em destaque as tendências mais atuais (até ao 2.º semestre de 2025) de alguns dos principais indicadores estatísticos, nomeadamente: nível de escolaridade, estrutura etária e trabalhadores com deficiência nas administrações públicas; prestações de serviços na administração direta e indireta do Estado; estrutura etária e nível de escolaridade nas empresas públicas e outras entidades do setor público.
Em Portugal, no final de 2025, em cada 100 trabalhadores que constituíam a população ativa (empregados e desempregados), 13,5 trabalhavam numa entidade das administrações públicas (17,1% das mulheres e 9,9% dos homens).
Na mesma data, por cada 100 trabalhadores nas administrações públicas, 63 eram mulheres, em resultado de uma elevada taxa de participação feminina nas administrações públicas (62,9% em dezembro de 2025, +4,0 p.p. face a 2011), quando comparada com o índice de participação das mulheres no mercado de trabalho em geral (49,5%). Nas administrações regionais dos Açores e da Madeira a taxa de feminização era mais elevada, respetivamente de 66,0% e 69,0%.
1. HABILITAÇÕES
No final do 2.º semestre de 2025, em termos globais, no setor das administrações públicas mais de metade dos trabalhadores detinham habilitações ao nível do ensino superior (56,9%, face 35,8% na população ativa total). Ainda assim, 116,8 mil postos de trabalho (15,3%) das administrações públicas estavam ocupados por trabalhadores que detinham o ensino básico.
Por subsetor, este indicador registava o valor mais elevado na administração central (63,1%) e o valor mínimo da administração local (32,7%), refletindo a maior proporção de trabalhadores em carreiras com menor nível de tecnicidade na administração local.
O nível de tecnicidade das mulheres nas administrações públicas (medido pela proporção de trabalhadores com ensino superior) era superior ao verificado para os homens: 63,8% e 45,3%, respetivamente. Com exceção dos fundos da segurança social, esta situação verificava-se em todos os subsetores da administração pública, sendo que na administração local a diferença entre o peso do ensino superior nas mulheres (44,3%) e nos homens (22,3%) era maior.
2. ESTRUTURA ETÁRIA
No final de 2025, cerca de dois terços dos trabalhadores das administrações públicas (66,3%) tinham mais de 45 anos de idade, destacando-se o grupo dos 45 aos 54 anos como o mais representativo, com 32,9%.
A análise da estrutura etária por subsetor revela o emprego menos envelhecido na administração central e na administração regional dos Açores (respetivamente, 35,3% e 34,8% dos trabalhadores tinham menos de 45 anos), enquanto nos restantes subsetores tinham maior peso os escalões etários com 45 e mais anos.
Face ao início da série (dezembro de 2011), verificou-se uma diminuição do número de trabalhadores das administrações públicas em todos os escalões etários abaixo dos 45 anos. Esta diminuição foi mais acentuada nas classes etárias dos 25-34 e dos 35-44 anos (respetivamente, -6,6 p.p. e -10,7 p.p. em 2025 face a 2011). Em contrapartida, as classes etárias acima dos 45 anos ganharam peso na estrutura etária das administrações públicas (+17,6 p.p. face a 2011).
Face a 2011, a base da pirâmide etária do emprego nas administrações públicas tornou-se mais estreita e o topo mais largo, com o aumento do número de trabalhadores em idades mais avançadas, particularmente mulheres entre os 55 e os 64 anos.
A distribuição do emprego por sexo e escalão etário revela uma quebra acentuada do número de trabalhadores entre os 25 e os 34 anos e entre os 35 e os 44 anos, mais evidente no caso das mulheres (-24,9 milhares e -41,7 milhares, respetivamente, em 2025 face a 2011). O aumento do número de trabalhadores nas faixas etárias mais elevadas (a partir dos 55 anos) também foi mais evidente nas mulheres, passando de 66,8 milhares em 2011 para 168,5 milhares em 2025.
3. OUTROS INDICADORES DE EMPREGO
Trabalhadores com deficiência
No total das administrações públicas, ao longo da série, observou-se o continuado aumento dos postos de trabalho ocupados por trabalhadores com deficiência (com incapacidade permanente igual ou superior a 60%), com uma variação de +121,9% face a dezembro de 2011 e de +4,5% em termos homólogos.
As mulheres com deficiência representavam, no final de 2025, 69,3% do universo de trabalhadores com deficiência nas administrações públicas, sendo de destacar 74,5% de mulheres na administração central e 81,4% nos fundos de segurança social. Na administração central, verificou-se o maior número de trabalhadores com deficiência na área governativa da Educação, Ciência e Inovação e da Saúde (nomeadamente nas entidades do Setor Empresarial do Estado).
Distribuição geográfica por NUTS nas atividades de educação e saúde
Na distribuição geográfica por NUTS, em dezembro de 2025, a maior concentração de estabelecimentos de educação e de ensino básico e secundário públicos situava-se no Norte (289).
Ao nível de NUTS II, para os mesmos estabelecimentos, o Algarve registava, em média, o maior número de docentes por estabelecimento (184,5), seguindo-se o Oeste e Vale do Tejo (175,2) e a Grande Lisboa (174,9). A Área Metropolitana do Porto e a Grande Lisboa (NUTS III) concentravam, em conjunto, o maior número de trabalhadores nos estabelecimentos de educação e ensino públicos: 30,7% nos estabelecimentos de ensino básico e secundário e 46,0% nos estabelecimentos de ensino superior.
No território português, o emprego em estabelecimentos de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS) - correspondendo às "Atividades de saúde humana" - concentrava-se, ao nível das regiões NUTS II, no Norte, na Grande Lisboa e na região Centro (no conjunto, 73,9% do total de emprego em saúde).
Destaca-se a região Norte (com mais população residente) como a maior empregadora, com 56,1 mil trabalhadores nas atividades de saúde humana, correspondendo a 34,3% da distribuição total do emprego e com a maior percentagem do peso do pessoal de saúde: 65,8%.
No indicador Pessoal de saúde por 1 000 residentes, destacam-se as regiões autónomas por apresentarem os valores mais elevados (11,7 nos Açores e 12,0 na Madeira) enquanto nas restantes regiões NUTS II os valores aproximavam-se da média nacional (9,0 trabalhadores da saúde por 1 000 habitantes). É de realçar também, por um lado, o valor da região Centro, com 10,1 trabalhadores por 1 000 habitantes, e por outro lado, os valores mais baixos das regiões Oeste e Vale do Tejo e Península de Setúbal (respetivamente, 5,3 e 6,3 trabalhadores por 1 000 habitantes).
Prestações de serviços
As prestações de serviços em entidades da administração direta e indireta do Estado contabilizadas no 2.º semestre de 2025 registaram uma diminuição de 4,6% (-1 226) face ao período homólogo. Esta descida resultou da diminuição registada na administração central (- 5,1%), correspondente a menos 692 prestações de serviços, e na administração regional e local (-4,1%), onde se verificou uma redução de 534 prestações de serviços. Na administração central, a diminuição ficou a dever-se, sobretudo, à área governativa do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que registou uma redução de 539 prestações de serviços (-7,2%).
Estrutura etária e nível de escolaridade nas empresas públicas e demais entidades do setor público
A 31 de dezembro de 2025, a idade média estimada dos trabalhadores de empresas públicas e demais entidades públicas detidas pela administração central era 45,4 anos, na Administração Regional da Madeira era 48,5 anos e na Administração Local era 46,7 anos.
O escalão etário dos 45 aos 54 anos era o mais representado entre os 32 718 trabalhadores das empresas públicas e demais entidades do setor público detidas pela administração central, correspondendo a 34,3% do total. Este escalão representava 40,4% dos trabalhadores das sociedades financeiras e 32,4% dos das sociedades não financeiras públicas. Nas sociedades do setor público detidas pela administração local, 32,4% dos trabalhadores tinham entre 45 e 54 anos, seguindo-se o escalão etário dos 55 aos 64 anos que abrangia 24,0% dos trabalhadores.
Nas entidades detidas pela administração central, os trabalhadores nas carreiras de assistente técnico e de assistente operacional (68,1% do total de trabalhadores) tinham uma idade média de 45,2 e 44,8 anos, abaixo da idade média dos trabalhadores nas mesmas carreiras nas entidades detidas pela administração regional da Madeira (48,9 e 49,2 anos, respetivamente, com uma representatividade de 84,1% do total). Nas entidades detidas pela administração local, a idade média dos trabalhadores nas carreiras de assistente técnico e de assistente operacional (83,0% do total de trabalhadores) era de 46,6 e 46,9 anos, respetivamente.
Em 31 de dezembro de 2025, 50,1% dos trabalhadores nas empresas públicas e demais entidades detidas pela administração central tinham habilitações ao nível do ensino superior, sendo este rácio bastante mais elevado nas sociedades financeiras (86,2%) do que no conjunto das sociedades não financeiras (38,7%).
O BOEP n.º 30 inclui informação complementar dos dados da série desde 2011 publicados na SIEP do 1.º trimestre 2026.
- 25-06-2026 Vídeo: Congresso Nacional da AP encerra com balanço positivo
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Na avaliação final, as diversas entidades envolvidas na organização do 14.º Congresso Nacional da Administração Pública destacam o evento como um importante momento de partilha de conhecimento e de aprendizagem, considerando que os dois dias de trabalho foram muito enriquecedores.
Organizado pelo INA, em parceria com a ARTE, a DGAEP e o PLANAPP, o evento, que se realizou em Lisboa, nos dias 21 e 22 de maio, mobilizou cerca de 1000 participantes.
Ao salientar a importância das pessoas no processo de transformação da AP, o Diretor-Geral da DGAEP, Bruno Santos, considera que o balanço efetivo será feito através da forma como as pessoas que participaram irão transportar para o seu meio profissional tudo o que foi trabalhado no congresso.
No vídeo de balanço partilhado pelo INA, podemos ainda ouvir os testemunhos de Marisa Garrido, Secretária de Estado da Administração Pública, Paulo Magro da Luz, Secretário de Estado para a Simplificação, Luísa Neto, Presidente do Conselho Diretivo do INA, Manuel Dias, Presidente da ARTE, e Pedro Saraiva, Diretor do PLANAPP.
Assista ao vídeo aqui.

- 23-06-2026 Centros CAF de Portugal e Áustria partilham conhecimentos
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Dar a conhecer a experiência portuguesa na implementação do modelo de autoavaliação CAF no setor da educação foi um dos objetivos do webinar dinamizado, no dia 19 de junho, pela DGAEP, em parceria com o KDZ - Centre for Public Administration Research, Áustria.
Tendo abrangido cerca de 80 pessoas, em representação de várias entidades nacionais e internacionais, na sessão foram partilhados casos práticos de todo o universo escolar, desde o pré-escolar ao ensino universitário, através das experiências vividas pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa e pelo Agrupamento de Escolas de Vouzela e Campia.
Recordando o processo inicial, ambas as organizações salientaram que a superação das desconfianças iniciais quanto ao sucesso da implementação assentou no compromisso assumido por toda a comunidade escolar, que foi aumentando conforme os resultados foram surgindo.
Entre os principais benefícios, realçou-se a monitorização contínua, que permitiu introduzir melhorias, tais como a implementação de novas formas de atrair os jovens para a escola, a sustentação de decisões de melhoria pedagógica ou o aumento da transparência dos processos.
Ambas sublinharam ainda o contributo do modelo de autoavaliação CAF no alinhamento com as diretrizes do Ministério da Educação/Ensino Superior, bem como na recolha de evidências que permitem garantir melhores posicionamentos nos diferentes rankings.
Na sessão foram ainda apresentadas algumas recomendações práticas, sendo a principal: "não complicar". Começar com ações simples revela-se um fator decisivo para impulsionar a continuidade.
Relevante é igualmente a adoção de uma postura resiliente, contribuindo para que a utilização reiterada do modelo se torne num verdadeiro modo de gestão, em vez de se limitar a um exercício isolado de autoavaliação.
Por parte do KDZ - Centre for Public Administration Research, Philip Parzer, responsável do centro CAF austríaco, destacou a qualidade da sessão e o elevado número de participantes, algo que, na sua opinião, demonstra o forte interesse no modelo CAF e o seu potencial enquanto motor de qualidade e excelência nas administrações públicas.
- 22-06-2026 Estudo da DGAEP aponta fatores de atração de talento
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Reforçar a capacidade de resposta com talento qualificado, motivado e alinhado com as exigências do futuro é, atualmente, um dos principais desafios da Administração Pública. Neste contexto, torna-se essencial compreender o que as novas gerações mais valorizam no seu percurso profissional.
Esta é precisamente uma das perguntas às quais procurou responder o estudo "Atratividade do Empregador Público para os Jovens" (2024) desenvolvido pela DGAEP com base num questionário aplicado a estudantes finalistas do ensino superior.
Recuperamos aqui este estudo, dado que, no corrente ano de 2026, temos estado a auscultar presencialmente os jovens em contexto universitário, no âmbito do projeto de reforço da captação e da gestão estratégica de talento na Administração Pública.
Voltando ao estudo acima identificado, face às respostas obtidas, ficou evidenciado que um bom ambiente de trabalho, salários e regalias justas, a possibilidade de progressão célere na carreira e a conciliação entre a vida profissional e pessoal são fatores altamente valorizados pelos jovens.
A grande maioria demonstrou igualmente um interesse significativo em conhecer melhor as condições de trabalho na Administração Pública (AP), sendo amplamente reconhecida a necessidade de reforçar a comunicação institucional sobre o trabalho desenvolvido pelo Estado e o seu impacto.
Em sentido inverso, o estudo aponta ainda alguns aspetos estruturais que podem contribuir para o afastamento dos jovens, tais como a escassez de competências ligadas às transições digital e ecológica ou a morosidade e a rigidez dos processos de recrutamento públicos, que geram elevadas taxas de desistência entre os candidatos.
A estes fatores acresce uma perceção social muitas vezes negativa da AP, frequentemente associada à burocracia, a estruturas hierárquicas inflexíveis e a salários menos competitivos em comparação com o setor privado.
Em resposta a estes desafios, o estudo sugere algumas linhas de ação, entre as quais se destacam a promoção de ambientes de trabalho mais flexíveis e autónomos, a reformulação dos programas de estágios e a criação de uma estratégia de Employer Branding (marca do empregador), orientada para uma comunicação mais eficaz junto dos jovens.
O estudo contou com 151 respostas válidas, de estudantes entre os 20 e os 23 anos, que avaliaram 29 fatores numa escala de 1 a 5 - todos considerados importantes. Os 10 atributos mais valorizados foram:
Bom Ambiente de Trabalho (4,68);
Salário e Outras Regalias (4,59);
Conciliação entre a Vida Profissional, Pessoal e Familiar (4,56);
Realização de um Trabalho com Significado (4,56);
Sistema de Recompensas Justo (4,56);
Possibilidade de adquirir novas competências ou reforçar as já detidas (aprendizagem ao longo da vida) (4,54);
Oportunidade de trabalhar na área de estudo (4,51);
Valores organizacionais (ex.: transparência, integridade, rigor, responsabilidade) (4,48);
Possibilidade de progredir rapidamente na carreira (4,44);
Recursos tecnológicos apropriados (4,44).
É de realçar que o estudo demonstra a existência de interesse por parte dos jovens em integrar a Administração Pública, mas reforça a necessidade de serem desenvolvidas ações que promovam uma maior atratividade e competitividade no mercado de trabalho.
Consulte o estudo aqui.
- 19-06-2026 IA coloca novos desafios aos profissionais de RH
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O Diretor-Geral da DGAEP, Bruno Santos, foi um dos oradores do webinar "Novas Competências em Recursos Humanos na Era da Inteligência Artificial", onde se analisaram os desafios e as oportunidades que a Inteligência Artificial vem colocar aos profissionais de Recursos Humanos na Administração Pública.
A sessão, dinamizada pela Associação Portuguesa de Gestão de Pessoas (APG) no dia 17 de junho, contou ainda com a participação de Pedro Rocha e Silva, Managing Director da LHH Portugal, e foi moderada por David Xavier, responsável pela Comissão de Gestão de Pessoas no Setor Público da APG.
O debate iniciou-se com uma reflexão sobre as transformações introduzidas pela IA na área de Recursos Humanos. Na perspetiva do Diretor-Geral da DGAEP, a verdadeira mudança não é tecnológica, mas sim conceptual e estratégica, considerando que o impacto destas ferramentas seria limitado se servisse apenas para automatizar tarefas ou aumentar eficiência.
Já Pedro Rocha e Silva considera que a adoção de IA nas organizações está a evoluir de forma pouco estruturada, defendendo que não deve haver uma distribuição das ferramentas sem uma estratégia clara de utilização e desenvolvimento de competências.
Voltando o debate para as implicações da IA, foi consensual que o desafio central para os profissionais de RH passa pelo reforço da sua literacia tecnológica e da sua capacidade analítica e de interpretação de dados, considerando que um dos fatores diferenciadores será a humanização dos processos de decisão.
Numa altura em que a Administração Pública procura atrair novos talentos para os seus quadros, a entrada das novas gerações no mercado de trabalho foi outro dos temas em destaque na sessão.
Na perspetiva de Bruno Santos, atualmente os jovens só estão disponíveis para aceitar trabalhos que revelem propósito, desenvolvimento e autonomia, algo que, na sua opinião, poderão encontrar na AP, que agrega um conjunto alargado de organismos cuja missão é servir o interesse público.
O Diretor-Geral da DGAEP salientou a relação natural que os jovens têm com as novas tecnologias, considerando que a sua entrada na AP vai permitir que as organizações públicas consigam rapidamente percecionar a necessidade de abandonar processos administrativos mais lentos e repetitivos.
Já em tempo de perguntas e respostas, abordou-se o potencial da IA na retenção dos jovens no mercado de trabalho em Portugal. Do ponto de vista da Administração Pública, Bruno Santos considera que a IA pode contribuir para esse objetivo, ao melhorar a produtividade, a qualidade do trabalho e as infraestruturas digitais, criando organizações mais modernas.
Por sua vez, Pedro Rocha e Silva defende que, ao existirem mais dados disponíveis, será possível antecipar situações de risco, de saídas, de desmotivação e de perda de desempenho, fator essencial para apoiar decisões e melhorar a experiência das pessoas trabalhadoras.
